Nada digo de ti, que em ti não veja

Nada digo de ti, que em ti não veja

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Sinopse


Uma cidade com milícia, racismo, fake news, delação premiada, conservadorismo, fanatismo religioso e ruas sujas. Parece 2020, mas esse é o Rio de Janeiro de 1732, ano no qual está ambientado o romance histórico “Nada digo de ti, que em ti não veja”, terceiro de Eliana Alves Cruz e o primeiro da autora premiada pela Pallas Editora. 
A narrativa é eletrizante. Entre as temáticas, salta aos olhos a transexualidade, raras vezes presente em uma trama de época, e as fake news tão em voga, através de cartas anônimas que ameaçam revelar alguns dos segredos mais bem guardados dos integrantes das duas famílias ricas que se cruzam nas 200 páginas do título. “Nada digo de ti, que em ti não veja” é também, como adiantou Elisa Lucinda na apresentação, a história de um amor impossível, forte e verdadeiro.

Autor

Carioca, escritora e jornalista, com passagem pelo site The Intercept Brasil, Eliana Alves Cruz narra uma saga romanceada de sua história familiar ao longo de 170 anos em Água de barrela (2016). A publicação do seu romance de estreia foi resultado do Prêmio Oliveira Silveira, da Fundação Cultural Palmares em parceria com o Ministério da Cultura, em 2016. Com ele, Eliana também conquistou a Menção Honrosa do Prêmio Thomas Skidmore, do Arquivo Nacional, em 2018, e da americana Brown University.
Já O crime do Cais do Valongo (2018), o seu segundo romance, foi escolhido como um dos melhores do ano pelos críticos do jornal O Globo e esteve entre os semifinalistas do Prêmio Oceanos 2019, ano em que publicou o seu primeiro livro infantojuvenil, A copa frondosa da árvore. Até o momento, escritos da autora compõem mais cinco antologias de contos e uma de poesias. Nada digo de ti, que em ti não veja é o seu terceiro romance, o primeiro pela Pallas Editora.